Dia 12 de outubro, dia das crianças. Deixemos de lado qualquer análise sobre o capitalismo desta data (e de tantas outras) e falemos da essência do tema infância, e aqui aproveito o espaço para um depoimento pessoal.
Há algumas semanas eu já pensava em coisas para dizer sobre ser criança. Na Semana Farroupilha, aconteceram diversas atividades temáticas na Escola Municipal de Ensino Fundamental Duque de Caxias, onde sou professor, em Campo Bom. Em um dos dias, os alunos iam até o ginásio participar de brincadeiras folclóricas como pular corda, laçar a vaquinha, passa anel, amarelinha, bolita, elástico e cinco marias. Acompanhei algumas turmas nessas brincadeiras e foi impressionante ver inclusive aqueles alunos que já estão chegando na adolescência, brincando e se divertindo como crianças, que é o que realmente são. Mais tarde, levando uma turma de 2º ano para a sala de aula, tive um breve momento de flashback de infância que me marejou os olhos e deu nó na garganta quando um dos alunos veio me falar da expectativa pelo seu aniversário que estava por vir. Os descontraídos momentos de brincadeiras com os amigos voltaram à minha cabeça e ali bateu uma saudade muito boa de ser criança. Dizem muito por aí que a gente nunca está plenamente satisfeito, quando somos crianças queremos crescer logo, e quando adultos, sentimos saudade da infância. Não sei se é bem o meu caso, aproveitei muito bem minha infância, e quando tenho algum sentimento saudosista, é um sentimento bom de lembrar que cada segundo daquela fase foi apreciado como deve ser.
Nesta semana, fui para a mesma escola na terça, mas não para dar aula. Como parte das comemorações pela Semana da Criança, levei a banda Julio Igrejas, da qual sou baterista, para fazer um show para os alunos e todos os funcionários da escola. Na verdade, foram dois shows, um de manhã e outro de tarde.
Era a estreia dos novos integrantes, o baixista Luan e o guitarrista Giba. Tivemos alguns contratempos com a aparelhagem, o que adicionou pitadas de nervosismo, drama e suor na nossa jornada. Felizmente, tudo foi resolvido e, por volta das 10h da manhã, o Satã (juro que tentamos de tudo para só chamá-lo apenas de Christian na escola hehehe) avisou a gurizada que poderiam dançar, era pra curtir o show mesmo. Então a Julio Igrejas começou o show com a música de apresentação, "Ska Punk Detoná", na qual inserimos no meio um trecho do hit popular do ano "Eu Quero Tchu, Eu Quero Tchá", da dupla João Lucas & Marcelo - a senha pra galera levantar, e aí a coisa começou a ficar beeeem divertida, como se vê na foto abaixo.
Na sequência, vieram "Apaixonado por Você", "Não Consigo Te Encontrar" e "Antes Tarde do que Nunca". Em "A Namorada", cantamos o clássico infantil "Borboletinha" na introdução. A essa altura, o show já era um dos melhores que já fizemos. E veio o momento seguinte. Chamei meus alunos do Coral da escola para participar de "Música de Amor", realizando uma coreografia que costuma ser feita nos shows da banda.
Depois desse grande momento, tocamos "Vou Deixar Você", e só não emendamos com "O Que Vc" como de costume porque o ampli do Satã desligou, provavelmente por algum pisão de algum aluno nos fios, coisas de show de punk rock mesmo. Amplificador prontamente reestabelecido, tocamos "O Que Vc" e aí o bicho pegou mesmo, os alunos dançaram como se a vida na Terra dependesse daquilo. E dá-lhe "Tudo Que Ela Disse" pra galera formar o trenzinho junto com os professores. Pra fechar o set list, mandamos um cover do Tim Maia que os alunos já conheciam e cantaram junto, "Não Quero Dinheiro". A galera quis mais, então improvisamos mais três músicas da banda: "O Problema Não é Meu", "O Que Tu Quer" e "Às Vezes". Emocionado, fui ao microfone agradecer e nisso já vieram vários alunos nos abraçar. Um dos momentos mais incríveis da minha vida.
O show da tarde começou um pouco mais tímido, mas aos poucos engrenou de uma forma que é realmente impossível dizer qual dos shows foi mais legal. O repertório foi o mesmo. Em "Música de Amor", o Coral, dessa vez mais reforçado, participou novamente.
O bis do show da tarde foi maior, tamanha a empolgação do público e a insistência pra que tocássemos mais. Até músicas mais hardcore tocamos e os alunos se empolgaram demais. Na ordem: "O Problema Não é Meu", "O Que Tu Quer", "Não Gosto", "Cuida da Tua Vida", "Olhos Tristes", "Homem Video Cassete Man" e "Eu Vou Casar". Pra ficar na nossa memória e na memória das crianças, com certeza. Até uma longa sessão de autógrafos rolou depois.
Até a Desireé, nossa amiga que fez a parceria de ir junto pra bater fotos e filmar, também deu autógrafos.
Ao final de tudo, esse era o nosso estado pós-show. Exaustos, mas extremamente felizes.
Enfim, foi um momento especial de nossas vidas em que fomos todos crianças, nos divertirmos como tal, e o brilho nos olhos dos alunos é algo que eu vou levar comigo pro resto da vida. São momentos como esse que me fazem ter ainda mais certeza de que escolhi o caminho certo sendo professor e músico ao mesmo tempo.
Pra finalizar, vai um vídeo da história "Ser Criança", protagonizada pelo personagem Frank, da Turma do Penadinho. Uma das histórias que eu mais curtia ler - até devo ter ainda o gibi por aqui, só não sei aonde. Pra ser criança não precisa ter idade, o coração e a entrega já bastam. Um viva para as crianças.
http://www.youtube.com/watch?v=caUpDIFNE-M&feature=related
Abraços a todos,
Thalisustenido
Thalis Neckel Miguel é músico e professor. Formado no curso de Licenciatura em Música do Centro Universitário Metodista do IPA em 2009 e pós-graduado no curso de Música: Ensino e Expressão, da Feevale, em 2011. É baterista das bandas Julio Igrejas, Pop Rock Jukebox, Chespiritos, Alcalóides, Pop Rock All-Stars e Larapia. Atualmente dá aula no projeto social Abrindo Horizontes (em Alvorada) e nas escolas Estação Musical (em Porto Alegre) e Duque de Caxias (em Campo Bom).
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Desabafo de um colorado
Não, não se trata de um daqueles vídeos do You Tube. As palavras do técnico do Sport Club Internacional, Fernando Lúcio da Costa, mais conhecido como Fernandão, ontem, na coletiva após o empate em casa com o time do Sport Recife, são palavras de um colorado que sofre em ver seu time ofender o torcedor em campo. Pra quem não leu/ouviu a entrevista, confere aí: http://www.correiodopovo.com.br/Esportes/?Noticia=465062
As opiniões dos torcedores e dos jornalistas, pelo que vejo, estão divididas. Há quem aplauda Fernandão por chutar o balde, enquanto outros o criticam por fazer isto em público, expondo seus jogadores. Como colorado, vou dar minha singela opinião:
Desde a metade de 2009, o Inter vem oscilando entre momentos de heroísmo em campo e verdadeiros fiascos de planejamento e de rendimento técnico dos jogadores. Sim, porque o último grande time do Inter foi aquele que venceu a Sul-Americana de 2008 e contava com D'Alessandro, Alex e Nilmar na frente. Em 2009, com Taison como companheiro de ataque de Nilmar, o time voava em campo e só não venceu a Copa do Brasil porque a CBF fez o favor de nos desfalcar de Kléber e Nilmar no primeiro jogo da final. Aquela derrota, somada ao vice da Recopa uma semana depois, baixou a auto-estima do grupo colorado. Soma-se isso à equivocada venda de Nilmar no meio do Brasileirão e ao racha no grupo que derrubou Tite, o Inter foi vice do Brasileiro ficando apenas um ponto atrás do Flamengo.
Em 2010, vencemos a Libertadores. Sim, foi maravilhoso, foi heroico e tudo mais. Mas não esqueçamos dos jogos em que o time jogou muito mal, e assim foi seguindo no Brasileirão, com um péssimo planejamento da direção junto com Celso Roth, que resultou no fatídico terceiro lugar no Mundial. Outro erro da direção veio logo na sequência: mantiveram os medalhões e Celso Roth, mais desgastado do que nunca.
2011 foi a continuação da falta de planejamento e convicção. Trocaram de técnico no meio do Gauchão e da Libertadores. Siegmann bancou Falcão, ídolo eterno dos colorados. Luiggi era contra, mas ficou pianinho. Caímos na Libertadores para um destemido Peñarol que só foi parado na final pelo Santos de Neymar. No Gauchão, uma virada espetacular na final contra o Grêmio, dentro do Olímpico e o título merecido para um time desacreditado. Falcão foi o cara certo no momento errado. Sem contar com o aval de todos os dirigentes, se viu em maus lençóis, sem reforços e oscilando bons e maus momentos no primeiro turno do Brasileirão. Acabou injustamente demitido, um capítulo triste na história do Inter. Erro abismal da direção que sempre se vangloriou de ter um grande marketing. Poucos dias depois da demissão de Falcão, fomos disputar um torneio amistoso de luxo na Alemanha, contra times do porte de Barcelona, Bayern de Munique e Milan. E quem estava lá para treinar o Inter? O interino Osmar Loss.
Vencemos a Recopa, um jogo com Loss e outro com Dorival Jr no comando. O Inter seguiu sua rotina de bons e maus jogos, time sempre em transição, e ainda assim conseguimos uma vaguinha na Libertadores de 2012. Muita expectativa para este ano, já que era promessa de manutenção dos melhores jogadores do time, mais o importante acréscimo de Dagoberto pra parceiro de Damião.
Pois bem, 2012 vem sendo um dos anos mais estranhos da história do Inter. Trouxemos ainda jogadores como Diego Forlán, Juan, Dátolo e Rafael Moura. Mas pecamos na parte física. Posso estar falando bobagem, mas acho que o Inter teve mais lesões do que vitórias em 2012. Fora mais uma venda equivocada de Oscar, no meio do campeonato. Dorival caiu pouco antes do Inter receber reforços. Fernandão assumiu, dividindo opiniões.
Agora, com a continuidade da má campanha e das péssimas atuações, Fernandão chutou o balde. Mostrou o lado torcedor, de um cara que não nasceu colorado, mas assim como Abel Braga, Figueroa, D'Alessandro, entre outros, com o passar do tempo aprendeu a amar o Internacional. E sua indignação é a mesma de nós torcedores, que, incrédulos, assistem jogadores que já deram alegrias há pouco tempo atrás, fazerem um fiasco como o do primeiro tempo de ontem. Talvez seja mesmo necessário mexer no vestiário, botar certos jogadores pra esquentar o banco. Já foi feito antes e deu certo. Ou vocês esqueceram do D'Alessandro voltando depois de um tempo afastado, em 2009, veio voando em campo? Ou do Índio, que ano passado penou no banco por um tempo, em 2012 chegou fininho, jogando muito. Se esses jogadores souberem honrar seus salários, e ainda mais, a camisa que defendem, irão aceitar a verdade: tá na hora de decidir se é pra continuar na barca ou largar fora. Se é pra ficar um tempo de castigo pensando no que fez, usando aqui uma linguagem clássica e folclórica de escola infantil, que seja. Mas não podemos mais ver o time do Inter sendo representado por pessoas que não valorizam o torcedor.
As opiniões dos torcedores e dos jornalistas, pelo que vejo, estão divididas. Há quem aplauda Fernandão por chutar o balde, enquanto outros o criticam por fazer isto em público, expondo seus jogadores. Como colorado, vou dar minha singela opinião:
Desde a metade de 2009, o Inter vem oscilando entre momentos de heroísmo em campo e verdadeiros fiascos de planejamento e de rendimento técnico dos jogadores. Sim, porque o último grande time do Inter foi aquele que venceu a Sul-Americana de 2008 e contava com D'Alessandro, Alex e Nilmar na frente. Em 2009, com Taison como companheiro de ataque de Nilmar, o time voava em campo e só não venceu a Copa do Brasil porque a CBF fez o favor de nos desfalcar de Kléber e Nilmar no primeiro jogo da final. Aquela derrota, somada ao vice da Recopa uma semana depois, baixou a auto-estima do grupo colorado. Soma-se isso à equivocada venda de Nilmar no meio do Brasileirão e ao racha no grupo que derrubou Tite, o Inter foi vice do Brasileiro ficando apenas um ponto atrás do Flamengo.
Em 2010, vencemos a Libertadores. Sim, foi maravilhoso, foi heroico e tudo mais. Mas não esqueçamos dos jogos em que o time jogou muito mal, e assim foi seguindo no Brasileirão, com um péssimo planejamento da direção junto com Celso Roth, que resultou no fatídico terceiro lugar no Mundial. Outro erro da direção veio logo na sequência: mantiveram os medalhões e Celso Roth, mais desgastado do que nunca.
2011 foi a continuação da falta de planejamento e convicção. Trocaram de técnico no meio do Gauchão e da Libertadores. Siegmann bancou Falcão, ídolo eterno dos colorados. Luiggi era contra, mas ficou pianinho. Caímos na Libertadores para um destemido Peñarol que só foi parado na final pelo Santos de Neymar. No Gauchão, uma virada espetacular na final contra o Grêmio, dentro do Olímpico e o título merecido para um time desacreditado. Falcão foi o cara certo no momento errado. Sem contar com o aval de todos os dirigentes, se viu em maus lençóis, sem reforços e oscilando bons e maus momentos no primeiro turno do Brasileirão. Acabou injustamente demitido, um capítulo triste na história do Inter. Erro abismal da direção que sempre se vangloriou de ter um grande marketing. Poucos dias depois da demissão de Falcão, fomos disputar um torneio amistoso de luxo na Alemanha, contra times do porte de Barcelona, Bayern de Munique e Milan. E quem estava lá para treinar o Inter? O interino Osmar Loss.
Vencemos a Recopa, um jogo com Loss e outro com Dorival Jr no comando. O Inter seguiu sua rotina de bons e maus jogos, time sempre em transição, e ainda assim conseguimos uma vaguinha na Libertadores de 2012. Muita expectativa para este ano, já que era promessa de manutenção dos melhores jogadores do time, mais o importante acréscimo de Dagoberto pra parceiro de Damião.
Pois bem, 2012 vem sendo um dos anos mais estranhos da história do Inter. Trouxemos ainda jogadores como Diego Forlán, Juan, Dátolo e Rafael Moura. Mas pecamos na parte física. Posso estar falando bobagem, mas acho que o Inter teve mais lesões do que vitórias em 2012. Fora mais uma venda equivocada de Oscar, no meio do campeonato. Dorival caiu pouco antes do Inter receber reforços. Fernandão assumiu, dividindo opiniões.
Agora, com a continuidade da má campanha e das péssimas atuações, Fernandão chutou o balde. Mostrou o lado torcedor, de um cara que não nasceu colorado, mas assim como Abel Braga, Figueroa, D'Alessandro, entre outros, com o passar do tempo aprendeu a amar o Internacional. E sua indignação é a mesma de nós torcedores, que, incrédulos, assistem jogadores que já deram alegrias há pouco tempo atrás, fazerem um fiasco como o do primeiro tempo de ontem. Talvez seja mesmo necessário mexer no vestiário, botar certos jogadores pra esquentar o banco. Já foi feito antes e deu certo. Ou vocês esqueceram do D'Alessandro voltando depois de um tempo afastado, em 2009, veio voando em campo? Ou do Índio, que ano passado penou no banco por um tempo, em 2012 chegou fininho, jogando muito. Se esses jogadores souberem honrar seus salários, e ainda mais, a camisa que defendem, irão aceitar a verdade: tá na hora de decidir se é pra continuar na barca ou largar fora. Se é pra ficar um tempo de castigo pensando no que fez, usando aqui uma linguagem clássica e folclórica de escola infantil, que seja. Mas não podemos mais ver o time do Inter sendo representado por pessoas que não valorizam o torcedor.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Santa Tartaruga!
Ééééé, cambada, mais de um ano se passou sem eu me manifestar por aqui. É complicado manter atualizado um blog, pelo menos pra mim. Mas enfim, vamos tentar se atualizar resumindo um pouco as novidades desde a última postagem.
- Começamos um novo projeto na rádio Pop Rock: o Pop Rock Jukebox, que faz seus shows a partir de escolhas do público de uma lista de 70 músicas sugeridas pela banda, que é formada pelos comunicadores Bivis (guitarra), Oliver Cabeludo (teclado e backing vocal), além do Guto Herscovitz no baixo, o Rafa Kubbe no vocal e este que vos digita na bateria e backing vocal;
- Entrei pra Julio Igrejas, banda clássica de Porto Alegre que toca ska-punk: http://www.myspace.com/julioigrejas - desde maio de 2011 sou o baterista da banda, que recentemente trocou de guitarrista e baixista (saíram o Daniel Campos e o Igor Pires, que deram lugar ao Gilberto Junior e o Luan Sanchotene) - o vocalista e guitarrista ainda é o mesmo, o fundador Christian Satã;
- Passei no concurso público do Munícipio de Campo Bom e desde agosto de 2011 sou professor de Música na Escola Municipal de Ensino Fundamental Duque de Caxias;
- O Projeto Abrindo Horizontes mudou de sede em 2012. Saímos da Casa de Cultura Mário Quintana, em Porto Alegre, e estamos atendendo agora no Bairro Vila Americana, em Alvorada;
- Concluí a Pós-Graduação em Música: Ensino e Expressão, na Feevale, depois de ter aprovada na banca a minha monografia, que tratou do tema "Musicalização de bebês: uma investigação em diferentes contextos".
E cá estamos, em setembro de 2012. O meu Internacional foi bi-campeão gaúcho, bi-campeão da Recopa, mas passa por um momento um tanto delicado, em que uma transição se faz necessária. Há pouco tempo assisti um dos mais emocionantes shows da minha vida: Senhor Barriga, no Opinião. E o próximo domingo reserva uma nova emoção: irei rever o show de CJ Ramone, dessa vez em Estância Velha. E vamo que vamo!
Vou procurar atualizar com mais frequência aqui, tem várias ideias que estou a fim de compartilhar neste espaço. E não ficar em ritmo de tartarurga, como nosso amigo Michelangelo:
http://www.youtube.com/watch?v=BVTrLVwI7ps
Abraços a todos!
- Começamos um novo projeto na rádio Pop Rock: o Pop Rock Jukebox, que faz seus shows a partir de escolhas do público de uma lista de 70 músicas sugeridas pela banda, que é formada pelos comunicadores Bivis (guitarra), Oliver Cabeludo (teclado e backing vocal), além do Guto Herscovitz no baixo, o Rafa Kubbe no vocal e este que vos digita na bateria e backing vocal;
- Entrei pra Julio Igrejas, banda clássica de Porto Alegre que toca ska-punk: http://www.myspace.com/julioigrejas - desde maio de 2011 sou o baterista da banda, que recentemente trocou de guitarrista e baixista (saíram o Daniel Campos e o Igor Pires, que deram lugar ao Gilberto Junior e o Luan Sanchotene) - o vocalista e guitarrista ainda é o mesmo, o fundador Christian Satã;
- Passei no concurso público do Munícipio de Campo Bom e desde agosto de 2011 sou professor de Música na Escola Municipal de Ensino Fundamental Duque de Caxias;
- O Projeto Abrindo Horizontes mudou de sede em 2012. Saímos da Casa de Cultura Mário Quintana, em Porto Alegre, e estamos atendendo agora no Bairro Vila Americana, em Alvorada;
- Concluí a Pós-Graduação em Música: Ensino e Expressão, na Feevale, depois de ter aprovada na banca a minha monografia, que tratou do tema "Musicalização de bebês: uma investigação em diferentes contextos".
E cá estamos, em setembro de 2012. O meu Internacional foi bi-campeão gaúcho, bi-campeão da Recopa, mas passa por um momento um tanto delicado, em que uma transição se faz necessária. Há pouco tempo assisti um dos mais emocionantes shows da minha vida: Senhor Barriga, no Opinião. E o próximo domingo reserva uma nova emoção: irei rever o show de CJ Ramone, dessa vez em Estância Velha. E vamo que vamo!
Vou procurar atualizar com mais frequência aqui, tem várias ideias que estou a fim de compartilhar neste espaço. E não ficar em ritmo de tartarurga, como nosso amigo Michelangelo:
http://www.youtube.com/watch?v=BVTrLVwI7ps
Abraços a todos!
Assinar:
Postagens (Atom)